Logo eu que sempre fui tão decidida do que realmente queria, que ia fundo nos meus desejos loucos que me satisfaziam. Nunca sentia medo do que as pessoas iam achar das minhas atitudes. Estava me deixando levar pela mesmice, produzido pela falta, mas, é falta de tudo mesmo. De carinho, atenção, de apenas poucas palavras e o maior de todos, falta de amor próprio. Mas, como nunca é tarde para mudar eu acordei, caí em mim e vi que não preciso de muito para me sentir bem, e apenas me lembrar do quanto sou capaz, de quantos eu já consegui enfeitiçar com esse meu charme de mulher e sonhos de uma pequena menina. Hoje eu sei ainda sou a mesma e consigo mais uma vez me SENTIR VIVA!
Poor: Isla K'rine (Esse texto foi baseado na história de uma grande mulher, que admiro muito, mas, não pode ser divulgado seu nome)
É muito importante a gente ter essa experiência. Conforme o tempo vai passando, se a gente não pratica o amar-se, a rotina vai tornando tudo sem interesse. Nada nos satisfaz. Passei por isso e percebí que a gente se valoriza com as pequenas coisas (que na realidade são grandes!). Perceber nossa importância no mundo é fácil. Veja quantas coisas a gente consegue realizar com facilidade enquanto muitos tem dificuldade. Observe a quantidade de amigos que a gente tem e que sem nenhum interesse amam muito nossa companhia. Veja a quantidade de coisas que são disponibilizadas para nos alegrar: as flores, os pássaros, o mar, o entardecer, o amanhecer,..., e muitas outras coisas. Depois de muito pensar, percebí que minha alegria ou tristeza saem do meu coração. Poucos sentem se estou triste ou mal-humorado. Para mim é que importa isso. E a gente valorizando a vida e estando bem, tudo corre da melhor forma possível. E o que não dá muito certo, nos enchemos de coragem e enfrentamos. Se resolvermos, tudo bem. Se estiver acima de nossas capacidades, Deus resolve para a gente.
ResponderExcluirMuito legal esta sua postagem.
Beijokas no seu coração.
Manoel.